Discutindo os problemas da Agropecuária
 
 

Geoprocessamento é grande aliado no controle da produção agrícola

Oferecer ferramentas novas e soluções para o monitoramento e controle da produção agrícola é hoje estar antenado com o que há de mais moderno em termos de tecnologia, sendo um grande aliado no controle da produção agrícola, foi o que disse o Presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado - Adece, Francisco Zuza de Oliveira, que levou ao Pacto de Cooperação da Agropecuária - Agropacto, o consultor Sérgio Miranda, da Livisal Geoconsultoria e Serviços, hoje, 6, para falar sobre o Uso de imagens de satélites e geotecnologias para o monitoramento da produção agrícola. “Acho que qualquer empresário que tenha uma propriedade com muitos investimentos ele não pode deixar de utilizar o geoprocessamento, porque aonde ele estiver ele pode estar monitorando a sua propriedade”, disse Zuza.

Em visita ao estado do Paraná, para atrair produtores de leite, Zuza disse ter constatado que 98% das propriedades de lá usam o monitoramento apesar dos produtores residirem na moram na propriedade. Na ocasião, Zuza de Oliveira foi saudado pelos integrantes do Agropacto por ter assumido a presidência da Adece, oportunidade em que, destacou sua intenção de continuar com os projetos em desenvolvimento pelo então presidente Antônio Balhmann e o secretário Ivan Bezerra. A energia eólica agora é uma questão estratégica para o estado, seremos agora grandes vendedores de energia eólica.  Ele anunciou ainda, a inauguração ainda esta semana, da chamada Estrada do Melão, ligando a região do Vale do Jaguaribe a Quixeré, onde estão localizadas as maiores produções de melão do Estado. Na região, está sendo implantada uma grande empresa de produção de banana, a Delmont e a Faister, e assim teremos exportação de frutas o ano todo, pois banana se produz o ano todo.

Segundo o diretor da Livisal, Sérgio Antônio da Silva Almeida, que tem experiência em projetos relacionados ao monitoramento do desmatamento e regeneração de áreas na Amazônia, e mapeamento do litoral Norte de São Paulo, a Empresa atua junto à cadeia produtiva dos biocombustíveis, bem como oferece soluções para os arranjos produtivos locais (SPLs) da fruticultura. Tudo isso, objetivando a modernização do agronegócio oferecendo soluções sustentáveis e consolidando a produção de alimentos e energia com a preservação ambiental.

Ele explicou que dentro do geoprocessamento são utilizados vários programas computacionais para a transferência de dados em áreas de topografia, elaboração de modelagens digitais de terrenos, desenhos topográficos de bancos de dados e de processamento de imagens. Os desmatamentos também podem ser monitorados com mais eficiência, e até a distribuição de doenças em uma determinada propriedade.

O Vice-Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará -Faec, Flávio Viriato de Saboya Neto, que coordenou a reunião do Agropacto, entende que o geoprocessamento permite um posicionamento geográfico e uma informação diferenciada, sendo portanto, uma grande ferramenta de apoio para os produtores. “O grande problema será como viabilizar este sistema para as pequenas propriedades, dado os custos operacionais do sistema. De toda forma, é dever do Agropacto trazer temas como este para serem debatidos e apresentados aos seus participantes”, finalizou.

Assessoria de Imprensa FAEC / SENAR-AR/CE
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